Guarda
na Imprensa
31 de dezembro de 2021

A Associação Nacional da Guarda Portuária do Brasil – ANGPB e a Associação dos Guardas Portuários do Estado da Bahia – ASGPOR/BA participaram da campanha O movimento denominado Coletivo Baiano da Segurança Pública – CBSP, que reúne as mais variadas entidades representativas dos profissionais de Segurança Pública do estado, se juntaram para ajudar as famílias das vítimas das enchentes que assolam a Bahia. Os grupos arrecadaram até a quinta-feira (30), ao meio-dia. A distribuição será realizada nos próximos dias conjuntamente pelos representantes das diversas instituições envolvidas. “É um momento de união e solidariedade. Estamos imbuídos em ajudar nossos irmãos do sul da Bahia, que vem sofrendo muito com essa tragédia, que com certeza é uma das maiores da história”, disse José Mário Lima, presidente do SINDIPOL-BA. Fazem parte do Coletivo a Associação Nacional da Guarda Portuária do Brasil – (ANGPB), o Sindicato dos Policiais Federais no Estado da Bahia (SINDIPOL-BA), a Associação dos Servidores da Polícia Federal em Salvador (ANSEF-Salvador), o Sindicato dos Servidores da Polícia Penal do Estado da Bahia (SINSPPEB), o Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado da Bahia (SINPRF-BA), o Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (SINDPOC), o Sindicato dos Guardas Municipais do Estado da Bahia (SINDGUARDAS-BA), a Associação dos Guardas Portuários do Estado da Bahia (ASGPOR-BA).
20 de dezembro de 2021

O curso tem por objetivo habilitar os guardas para tripular ou conduzir pequenas embarcações empregadas na navegação interior Guardas Portuários do Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná, concluíram no dia 3 de dezembro, o curso para Tripulação de Embarcações de Estado no Serviço Público (ETSP). OBJETIVO O curso tem por objetivo habilitar os guardas para tripular ou conduzir pequenas embarcações (até 8m de comprimento), empregadas na navegação interior, a serviço de órgãos públicos. Segundo o major César Kamakawa, comandante da Guarda Portuária (GPort), a capacitação foi realizada por meio de uma parceria com a Polícia Federal (PF). “Futuramente a ideia é que tenhamos uma embarcação própria, para utilização no trabalho ambiental e na área de segurança. Vai auxiliar, por exemplo, em um dos trabalhos que já executamos, a fiscalização de contrabordo na área do porto”, explica Kamakawa. MEIO AMBIENTE Integrantes da Diretoria de Meio Ambiente da empresa Portos do Paraná, que administra o porto, também participaram do curso. O diretor de Meio Ambiente, João Paulo Santana, que participou do curso, salienta a importância da capacitação para os colaboradores da empresa pública. “Realizar o curso com parte da equipe, membros da PF e GPort, é de extrema importância, pois faz com que tenhamos maior qualidade na prestação do serviço”, diz. Para o diretor, esse tipo de curso específico garante maior segurança e rigidez na garantia da movimentação de cargas. “Faz com que os portos paranaenses subam na qualidade dos seus serviços, das suas avaliações, principalmente nos órgãos intervenientes”, afirma Santana. HABILITAÇÃO O 2º sargento Antônio Carlos Silva Santos Júnior, da divisão de habilitação do Ensino Profissional Marítimo, da Capitania dos Portos, ministrou a maioria das aulas da capacitação. “Temos que manter a mentalidade de segurança da navegação, principalmente em embarcações conduzidas por servidores públicos, daí a necessidade e importância do curso”. O curso tem carga horária de 40h e aborda normas e regulamentos marítimos, navegação, sinalização, funcionamento de motores, primeiros socorros, meteorologia, legislação, segurança no mar e sobrevivência pessoal. Além de habilitar o condutor a conduzir embarcações públicas, por equivalência também concede ao portador da habilitação a carteira e Arrais Amador e Motonáutica, ambas para conduzir embarcações nos limites da navegação interior. Fonte: Segurança Portuária Em Foco
20 de dezembro de 2021

Reconhecimento é relevante a contribuição da GPort nas ações conjuntas No dia 06 de Dezembro de 2021, o Chefe da Divisão de Segurança Portuária da Companhia Docas de Santana (CDSA), José Maria da Silva Neto, foi homenageado pelo Batalhão de Operações Especiais, do Amapá – BOPE/AP com o “Certificado de Agradecimento” em reconhecimento à relevante contribuição nas ações conjuntas em prol de uma sociedade mais justa e segura. A cerimônia formal foi conduzida pelo Tenente Coronel Kleber Luis Monteiro da Silva/comandante do BOPE/AP, contando com a presença do governador do Estado do Amapá, Antônio Waldez Góes da Silva. “É com muito orgulho que recebo este agradecimento, em nome do Comando da Guarda Portuária, que se faz incansável em todas as missões designadas. Nosso comprometimento será sempre com a garantia da segurança para todos. A parceria com o BOPE/AP é de uma importância ímpar, por isso nos colocamos à disposição e contamos com o apoio do Batalhão nas mais diversas ocasiões”, declarou Silva Neto, sobre o certificado recebido. Fonte: Segurança Portuária Em Foco
3 de dezembro de 2021

Encontro aconteceu na sede da Guarda Portuária, e contou com a presença do seu Superintendente A Guarda Portuária (Gport), do Porto de Santos, no litoral de São Paulo, vai integrar o Sistema Córtex – Plataforma Integrada de Operações e Monitoramento de Segurança Pública, um sistema federal de inteligência, vinculado ao Ministério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP). O sistema foi apresentado pelo Agente Federal e deputado Danilo Balas (PSL), que junto de representantes do MJSP fecharam parceria com a GPort para trazer mais segurança. Representando MJSP, estiveram o Delegado da Polícia Federal Bráulio Melo e o Major da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Eduardo Fernandes, que foi o idealizador do Sistema Córtex, que atualmente trabalha no Ministério da Justiça. Compromisso de adesão No encontro para a apresentação do sistema, que aconteceu na sede da Guarda Portuária na última quinta-feira (18), e contou com a presença do seu Superintendente, Wagner Pinheiro de Almeida; do Gerente de Planejamento, José Eduardo Florido Turcato; e do Gerente de Operações, Robson Gomes Santos, eles se prontificaram a assinar o Termo de Adesão para a implementação do sistema. A ferramenta tem como objetivo cruzar dados de pessoas e veículos para o combate à criminalidade no Porto de Santos. A plataforma usa, de forma rápida, milhares de informações de órgãos públicos e câmeras viárias instaladas em várias cidades e estados do País. De acordo com o Agente Federal e deputado estadual Danilo Balas (PSL), que intermediou as negociações entre a Autoridade Portuária e o MJSP, são necessários apenas sete segundos para uma consulta aos bancos de dados. “Com a Guarda Portuária, o objetivo é integrar um maior número de veículos na nossa base de dados, incluindo lanchas, veleiros e pequenas embarcações que podem ser usadas, por exemplo, para o tráfico de drogas. Além de um fluxo gigantesco de caminhões no Porto de Santos”, afirmou o parlamentar. Balas ainda destaca a possibilidade do sistema prevenir o roubo de cargas. “Há uma base grande de dados de pessoas e veículos, o que é importante para prevenção e repressão imediata de ilícitos. Com o Córtex, essas informações são unificadas. Um veículo roubado no Mato Grosso, por exemplo, pode ser rastreado na entrada do Porto”, destacou o parlamentar. Reunião Na semana passada, Balas esteve na cidade de Santos para apresentar à Gport o sistema de inteligência. “A minha função é fazer a ponte com o Ministério (da Justiça e Segurança Pública), fazer a explanação para que os municípios saibam que existe o sistema. Depois, o acordo de cooperação é feito diretamente com a pasta”, explicou o parlamentar. Agora, segundo ele, o trâmite necessário para o início das operações é rápido. “A Guarda Portuária, por ser um órgão federal, tem o processo de implementação do sistema Córtex mais rápido”. Em nota, o Ministério da Justiça explicou que “não há necessidade da assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica, uma vez que a Guarda Portuária de Santos faz parte do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), que viabiliza a interlocução do banco de dados entre os seus membros”. Autoridade Portuária Procurada pelo Jornal A Tribuna, a Santos Port Authority (SPA), a Autoridade Portuária do Porto de Santos, preferiu não comentar a questão. “Informações de caráter público estão à disposição nos termos da legislação. A responsabilidade pela segurança pública do Porto de Santos é da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos-SP)”. A estatal destacou apenas que a Gport conta com 287 profissionais e que a corporação completou recentemente 128 anos. Anualmente, o Porto de Santos movimenta cerca de 130 milhões de toneladas de diversas cargas. Possui 16 km de cais e é a Guarda Portuária que faz a segurança em todo o perímetro do Porto de Santos. Em 2020, cerca de 4 milhões de pessoas passaram pelo porto, que está a apenas 70 km da capital paulista. Apresentação para os municípios da baixada Santista O Deputado também esteve no Centro de Comando e Operações (CCO) da Prefeitura Municipal de Santos (PMS), onde apresentou a plataforma para o Prefeito Rogério Santos, o Secretário de Planejamento e Inovação, Fábio Ferraz; o Secretário de Segurança, Sérgio Del Bel Júnior; e o Diretor do Centro de Controle Operacional (CCO), Paulo Roberto de Oliveira Souza; e representantes de outras cidades litorâneas (Peruíbe, Itanhaém, São Vicente, Cubatão, Guarujá, Bertioga, Caraguatatuba e Ubatuba), entre eles, policiais, guardas municipais, vereadores e secretários municipais. Santos já anunciou sua adesão ao novo sistema de monitoramento federal. Deputado apresentou o Sistema para o município de São Paulo Na quarta-feira (17), o Deputado Estadual, acompanhado de representantes do Ministério da Justiça, apresentou para a Secretaria de Segurança Municipal de São Paulo o Sistema Federal de Inteligência – Córtex. A reunião ocorreu na sede da Secretaria Municipal de Segurança Urbana e contou com a presença de membros da Prefeitura de São Paulo e do Ministério da Justiça. Diversas autoridades estiveram presentes no encontro: o Delegado Federal Bráulio Melo e o Major da PMESP Eduardo Fernandes, ambos representando o Ministério da Justiça; a Secretária Municipal de Segurança Urbana, Elza Paulina de Souza; o Ex-Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Desembargador Ivan Sartori; o jornalista Guilherme Sartori; o Secretário-Adjunto da Casa Civil, Marcelo Del Bosco, da Prefeitura de São Paulo; a Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Segurança Municipal, Maria das Flores Alves de Oliveira; o Subcomandante da Guarda Civil Municipal de São Paulo, Wilson Batista e o Diretor da Divisão de Tecnologia da Informação da Secretaria, Silvio Conceição Thomé. Na reunião, o Deputado Danilo Balas explicou que o Córtex é uma poderosa ferramenta de inteligência do Governo Federal que está sendo disponibilizada gratuitamente aos Municípios. Ao fim da reunião, Danilo Balas agradeceu a presença de todos e ressaltou que a ideia do programa e de sua atuação é fazer com que a Guarda Municipal de São Paulo seja uma das melhores Instituições de Segurança do Brasil. Vale ressaltar que a cidade de Sorocaba, no interior do Estado de São Paulo, assinou, na terça-feira (16), o acordo de cooperação técnica com o Governo Federal e aderiu à nova tecnologia que promete diminuir sobremaneira os índices criminais. O Sistema Córtex De acordo com informações apuradas pelo site The Intercept Brasil, policiais civis, federais e militares estão utilizando um sistema de análise de dados para correlacionar dados de carros com CPF, endereço de residência e trabalho de cidadãos brasileiros. Chamado de Córtex, o sistema permite que policiais acompanhem trajetos de carros a partir de câmeras viárias, como radares, e correlacionem as placas dos veículos com base de dados fora do Ministério da Justiça, do qual o programa faz parte. A base de dados a qual o Córtex tem acesso é extensa, segundo a reportagem. Dos provenientes do Ministério da Justiça são: Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, cadastro nacional de foragidos, Departamento Penitenciário Nacional e Alerta Brasil da Polícia Rodoviária Federal. Também tem acesso ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e o Sistema Integrado Nacional de Identificação de Veículos em Movimento. Esses dados podem ser úteis quando equipes policiais precisam procurar um veículo roubado, por exemplo. No entanto, é apontado que o Córtex também tem acesso a uma base de dados do Ministério da Economia, a Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Com estas informações, policiais podem saber onde o dono do carro trabalha, qual seu endereço, salário e dados de RG e CPF. A pasta da Justiça negou, ao Intercept, que o sistema tenha acesso aos dados do Ministério da Economia. No entanto, em vídeo divulgado pela reportagem de um treinamento para usar a plataforma, é possível ver a correlação com dados trabalhistas. O sistema não é novo. Desenvolvido pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi), ele já havia sido utilizado no Enem de 2018 e na Copa América realizada no Brasil ano passado. Segundo a fonte anônima que entregou o vídeo ao site, cerca de 10 mil oficiais têm acesso ao Córtex. Gustavo Rodrigues, representante do Instituto de Referência em Internet e Sociedade (IRIS), comentou durante o Fórum da Internet no Brasil (FIB) 2020 que o Estado não dá transparência ao tratamento de dados dos brasileiros e olha com preocupação o uso da ferramenta. Segundo ele, não está claro a conformidade da iniciativa com a Lei Geral de Privacidade de Dados (LGPD). A LGPD, no entanto, não versa sobre o uso de dados para a segurança pública, o que deverá ser regulado por legislação futura. Fonte: Segurança Portuária Em Foco
22 de novembro de 2021

O Guarda Portuário Anderson Palmeira foi um dos 46 selecionados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública – MJSP, para apresentar seu artigo científico sobre “Estudo das emissões de NOx e MP do transporte marítimo”, durante o 1° Seminário Internacional de Editores e Pesquisadores na Área de Segurança Pública, que acontece em Brasília, de 24 a 26 de novembro. “Acredito que este estudo é fundamental para a avaliação da qualidade do ar. A sensação é maravilhosa, pois posso contribuir para o avanço científico dos portos e do meu país. O sentimento é de dever cumprido”, declara Anderson Palmeira. O evento reunirá profissionais, integrantes do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), pesquisadores e editores da área de segurança pública de instituições nacionais e internacionais. O objetivo é proporcionar a consolidação do conhecimento científico com foco na área de segurança pública nacional. Os interessados poderão se inscrever e acompanhar o seminário através do link: https://seminario-susp.mj.gov.br/pt-BR/inscricoes/. Fonte: ASCOM/CODEBA
29 de outubro de 2021

Segundo Augusto Aras, é permitida aos portos a terceirização de serviços de segurança, desde que fiquem restritos às tarefas de apoio Em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, Augusto Aras, opinou pela procedência parcial de ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) proposta por dois partidos políticos. A ação questiona a Portaria 84/2021 do Ministério da Infraestrutura, que autoriza a contratação de empresas para a terceirização dos serviços de segurança e vigilância nos portos. Na manifestação, o PGR destaca a existência de leis que autorizam a delegação dessas atividades a empresas privadas, porém, frisa que devem ser limitadas às tarefas de apoio. Na ADPF, os partidos políticos afirmam que a portaria violou os princípios da separação de Poderes e da segurança pública, dispostos nos artigos 2º, 5º e 37 da Constituição Federal. Para PT e PDT, a terceirização do poder de polícia portuária afronta a soberania estatal e deve ficar a cargo exclusivo de órgãos de segurança pública. Sendo assim, solicitam medida cautelar para suspender os efeitos da portaria e requerem seja declarada a inconstitucionalidade do ato do Ministério da Infraestrutura. Caso não seja possível, pedem ao menos a revogação dos arts. 2º, 5º, 7º e 9º, sendo que este último deixa a cargo da administração do porto avaliar a necessidade ou não de equipar os profissionais com arma de fogo. Na manifestação, Augusto Aras destaca que é necessário reconhecer que a regulamentação das atividades de segurança portuária precisa levar em consideração as atribuições dos agentes. Para os serviços que exigem atuação puramente técnica ou de execução de ordens, ele afirma ser permitida a terceirização. Citou como exemplos a instalação de câmeras e detectores de metais e o cadastramento de pessoas e veículos para trânsito e permanência nas áreas internas dos portos. Porém, frisa que o serviço desenvolvido pelos guardas portuários não se restringe apenas à mera vigilância e segurança patrimonial, sendo muitas vezes necessário disciplinar o ingresso e trânsito nas instalações portuárias, impedir a entrada e permanência de pessoas não autorizadas, além de realizar prisões e apreensões, o que configura atribuição e poder de polícia. Nesse contexto, independentemente de as guardas portuárias serem ou não consideradas órgãos de segurança pública – tema alvo de antiga controvérsia –, deve-se reconhecer que elas exercem o poder de polícia, não podendo ser transferida sua função para particulares. O PGR afirma ser necessária a diferenciação entre as atividades. Aquelas que afetam direitos, por impactarem em decisões estratégicas, devem ser executadas diretamente pelo Estado. Para essas, Augusto Aras destaca a obrigatoriedade da contratação mediante prévia aprovação em concurso público. Já as “atividades-meio”, por terem caráter acessório e apresentarem baixo risco aos interesses públicos, podem ser realizadas por particulares. Por fim, visto que a Portaria 84/2021 não contempla tal diferenciação, Aras opina pela parcial procedência da ADPF e afirma ser inconstitucional o art. 7º, parágrafo único da portaria do Ministério da Infraestrutura, que determina “que as atividades de guarda portuária poderão ser terceirizadas no todo ou em parte”. O PGR requer interpretação conforme à Constituição aos demais termos da norma, para que a contratação terceirizada de serviços de segurança pelas autoridades portuárias se restrinja às atividades de apoio ao exercício do poder de polícia. Íntegra da manifestação na ADPF 870 Fonte: Secretaria de Comunicação Social – Procuradoria-Geral da República
28 de outubro de 2021

Chamas em um contêiner foram controladas na tarde desta quarta-feira (27) Um incêndio ocorreu na tarde desta quarta-feira (27) no Terminal Pesqueiro Público de Santos (TPPS), na Ponta da Praia. Equipes da Guarda Portuária e do Corpo de Bombeiros foram mobilizadas para o combate às chamas. O fogo começou em um contêiner e foi controlado. Não houve vítimas. O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado para uma ocorrência na região do TPPS por volta das 16h30. Segundo informações da Autoridade Portuária de Santos (APS), um princípio de incêndio foi detectado em um contêiner que fica dentro do terminal, às 16h40. Segundo o órgão portuário, um caminhão autobomba, que é específico para lidar com incêndios, estava próximo ao local e iniciou o combate ao fogo. Depois, viaturas do Corpo de Bombeiros chegaram ao local e assumiram a ocorrência. Por volta das 17h15, a corporação afirmou para A Tribuna que o fogo foi controlado e as equipes seguiam no local para trabalhos de rescaldo. Não houve feridos nem registros de danos materiais. A fumaça oriunda do incêndio chegou a ser vista de diversos pontos da Ponta da Praia e de outros bairros santistas próximos. Fonte: A Tribuna
26 de outubro de 2021

Foram apreendidos 184 kg da droga. A carga tinha como destino final o Porto de Antuérpia, na Bélgica Na madrugada do dia 17, a Guarda Portuária (Gport) foi acionada para comparecer ao terminal da empresa Brasil Terminal Portuário (BTP), localizado na Avenida Engenheiro Augusto Barata, conhecida como “Reta da Alamoa”, em Santos, litoral de São Paulo. O acionamento da GPort ocorreu após os operadores do Centro de Controle e Monitoramento (CCMON) daquele terminal visualizarem pelas câmeras, uma movimentação estranha em uma das quadras onde os contêineres ficam armazenados com destino ao embarque. Chegando ao local indicado, os guardas portuários surpreenderam dois indivíduos introduzindo bolsas esportivas, contendo tabletes de cocaína em um contêiner. Posteriormente um caminhoneiro, que supostamente teria deixando eles e a droga no local e retornava para apanhá-los, também foi detido. O contêiner onde a droga estava sendo inserida tinha como destino final o Porto de Antuérpia, na Bélgica. Os três, assim como a droga e o caminhão, foram encaminhados à sede da Policia Federal (PF), no centro de Santos. Após ouvir o relato dos fatos e o teste realizado constatar que se tratava realmente de cocaína, a droga foi pesada, totalizando 184 kg. O entorpecente foi apreendido e os três homens foram autuados em flagrante por tráfico internacional de drogas. O crime de tráfico de drogas tem previsão no artigo 33 da Lei 11.343/06, cuja pena é de 5 a 15 anos de reclusão. Ademais, por conta da transnacionalidade do delito, incide sobre essa pena a agravante de um sexto a dois terços da pena, na forma do inciso I do artigo 40 da mesma Lei. Os investigados foram encaminhados ao sistema prisional, ficando à disposição da Justiça Federal. MERCADO DO TRÁFICO Segundo alguns caminhoneiros ouvidos pelo Portal Segurança Portuária Em Foco, eles são aliciados nas áreas externas, antes de acessarem aquele terminal, com ofertas de até R$ 100.000,00 para transportar a droga ou mesmo outra pessoa, escondida na cabine do caminhão, no intuito de inseri-la dentro de um contêiner pré-informado. Metade do valor é pago antecipadamente e o restante após ser provado, através de fotos da droga inserida no interior do contêiner. TRABALHO DA GPORT NÃO É DIVULGADO Apesar da Guarda Portuária ser responsável pelo policiamento ostensivo na área portuária, provendo a segurança dos trabalhadores e usuários do porto, a Santos Port Authority (SPA), antiga Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), empresa pública que administra o porto, não divulga nenhuma ação da sua corporação. Segundo os guardas portuários ouvidos pelo Portal Segurança Em Foco, eles são proibidos de acionar a imprensa, dar entrevista, ou mesmo fornecer qualquer tipo de informação em todas as ocorrências na qual estejam envolvidos, ficando sujeitos a Processo Administrativo Disciplinar (PAD), em caso de descumprimento. Com a falta de divulgação do trabalho que essa corporação realiza, muitas ocorrências deixam de ser divulgadas, ou quando o são, a sua participação é diminuida ou até mesmo suprimida. Fonte: Segurança Portuária Em Foco
21 de outubro de 2021

A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social e a Companhia das Docas do Pará – CDP, tendo como Órgão executor o Instituto de Ensino de Segurança do Pará – IESP certificou no dia 22 de setembro , 20 alunos do curso de Formação ao cargo de Guarda Portuária da CDP , o evento foi realizado no IESP e contou com a presença do CEL BM Antonio Bentes da Silva Filho – Diretor do IESP, Supervisor de Operações de Segurança do Porto de Belém Sr. Alan Silva, do Coordenador de Ensino Complementar, TCEL BM Charlyston Wytting Cardoso de Sousa, Prof Sônia Passos Coordenadora de Ensino Superior e do DPC Itamar Dantas Coordenador de Ensino Profissional. O 1º colocado do curso foi o aluno Elton Martins da Silva Aleixo que recebeu a premiação das mãos do diretor do Iesp CEL BM Antonio Bentes da Silva Filho e do Supervisor de Operações de Segurança do Porto de Belém Sr. Alan Silva. CURSO – O Curso de Formação ao cargo de Guarda Portuário 2021, teve carga horária de 200 horas aula, na modalidade presencial, e foi realizado no período de 16 de agosto a 22 de setembro de 2021 no IESP, e teve como objetivo dotar o aluno para o exercício do cargo de Guarda Portuário da Companhia Docas do Pará – CDP de conhecimentos, habilidades e atitudes para o exercício da profissão de Guarda Portuário, em conformidade com a legislação pertinente, de forma a desenvolver adequadamente suas funções, dentro dos limites da Lei, da ética e do absoluto respeito aos direitos humanos. O curso foi realizado em conformidade com o Convênio nº 01/2021, celebrado entre a SEGUP e Companhia Docas do Pará, sob a interveniência do Instituto de Ensino de Segurança do Pará – IESP. Fonte: Instituto de Ensino de Segurança do Pará- IESP
20 de outubro de 2021

Equipes da ALI – Agência Local de Inteligência, da RPA – Rádio Patrulha Auto, da Polícia Militar, e da GUARDA PORTUÁRIA, apreenderam aproximadamente 30 toneladas de fertilizantes. Uma ação conjunta que envolveu equipes da ALI – Agência Local de Inteligência, da RPA – Rádio Patrulha Auto, da Polícia Militar, e da Guarda Portuária, realizada na madrugada desta quarta-feira, 20, por volta das 4h, na região portuária de Paranaguá, resultou na prisão de um homem, de 52 anos, e na apreensão de aproximadamente 30 toneladas de fertilizantes. ADULTERAÇÃO De acordo com as equipes que participaram da ação, o caminhão Scania T112H, cor branca, com placas de Curitiba, carregado com cloreto de potássio, estava com as placas adulteradas e o motorista, com uma CNH – Carteira Nacional de Habilitação, falsificada. Durante o carregamento que aconteceu no terminal portuário, a situação foi constatada e o veículo e seu condutor, monitorados. Enquanto trafegava pela Avenida Ayrton Senna da Silva, no bairro Industrial, o caminhão foi abordado pelas viaturas da Polícia Militar. Com o motorista, de 53 anos, nada de ilícito foi encontrado. Ao verificar o interior da cabine do veículo, os policiais encontraram duas placas de identificação, que seriam do cavalo mecânico, e uma, da carreta. As três placas apreendidas eram originais do veículo. Durante o procedimento, o homem que conduzia o caminhão apresentou uma CNH falsificada, em nome de outra pessoa. Diante da situação, o motorista e o caminhão foram encaminhados para a Delegacia Cidadã, onde os procedimentos cabíveis foram adotados. Fonte: Folha do Litoral